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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Espetáculo para os amigos

Terminados os fantoches, construído o cenário e regressados os amigos que estiveram doentes, estava na hora de apresentar o teatro.
 Em volta da janela do fantocheiro quiseram colocar os desenhos que tinham feito sobre a história.

O Coelhinho Branco

Era uma vez um coelhinho branco que foi à horta apanhar couves para fazer um caldinho...

Eu sou a cabra Cabrês...


- Que tens tu, Coelhinho Branco, que estás tão triste?
- Ó boi, tu que és tão forte... ajudas-me?
- Eu não vou lá que tenho muito medo!
- Eu vou ajudar-te!
- ... e pico-te a barriga!
a assistência

Os contadores da história    

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Histórias ... "O Coelhinho Branco"

Depois de ouvir a história "O Coelhinho Branco", a Laura sugeriu fazermos fantoches para posteriormente representar a história.

Apresentada a ideia ao grupo todos aderiram com entusiasmo e...

foi altura de discutir os pormenores: que tipo de fantoches construir? quais os materiais  a utilizar? quem faz o quê?

Colocados materiais sobre a mesa, cada um foi escolher os materiais que necessitava para o seu fantoche.

 
(Mais uma vez o meu papel foi o de apoiar o trabalho deles, pondo questões para refletirem sobre alguns aspetos práticos _ "... o boi deve ser mais pequeno ou maior do que a cabra cabrês?", " o que faltará na cabeça do boi?", ajudando a colar aqui, dando uma sugestão ali...)

o boi












o gato
cá estão os fantoches (inacabados, falta colocar o suporte para os movimentar)




o cão
a formiga Rabiga
o coelhinho branco

a cabra cabrês
estão agora a construir o cenário

e depois vamos fazer as falas e ensaiar para fazer um espectáculo para os amigos que têm estado doentes e não ouviram a história. (em alguns dias só estiveram na sala 10 crianças).

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Dia do Livro infantil?

Porque existe um  Dia do Livro Infantil?

Será que continua a ser necessário destinar um dia a lembrar como os livros são importantes para o desenvolvimento global das crianças?
Desde o treino da motricidade exigida para conseguir passar folha a folha, o encanto dos olhos ao descobrir as imagens, o treino da leitura ao descobrir-lhes um sentido, o despertar para o mistério profundo das letras que as desafiam a aprender a ler, a abertura da mente para outros mundos e realidades, a viagem pelo reino fantástico da comunicação... tanto se pode falar e sentir quando o tema são os livros e a sua acção positiva sobre as crianças....  mas infelizmente -  SIM, continua a ser importante dedicar um dia especial aos livros. Ainda há crianças que só têm contacto com eles no jardim de infância ou no hipermercado, numa fugida pelo meio das compras. Ainda há crianças que têm livros, que os levam para o JI e que "imploram" que lhes leiam os livros porque em casa não há tempo para lho fazerem, embora até haja dinheiro para os comprar.

E os livros continuarão a ser  insubstituíveis companheiros de viagens e sonhos.

Hoje não fugimos à regra e li uma história após o almoço. No final, uma menina pediu-me: "Podes deixar esse livro na nossa biblioteca? É tão bonito!"
(na sala há a biblioteca, a que todos têm acesso diariamente; no gabinete há outros livros - aqueles que não cabem na biblioteca, que por algum motivo reservo para dias especiais, os livros dos meus filhos e que eles me permitiram levar para o JI, aqueles que me encantaram e que sendo meus trouxe para partilhar com eles e que por vezes ficam na biblioteca da sala ao longo de semanas...)

Hoje foi um livro de histórias tradicionais da minha filha e a escolha recaiu sobre As Botas de Sete Léguas, penso que pelo cheiro a magia e mistério que o nome destila.

No final, cada um partilhou qual a sua história preferida.


Como registo e para recordação do dia do livro infantil, cada criança criou o seu marca livros, onde assinalou a história que mais gosta.

 E fiquei feliz por ver que as histórias mais escolhidas continuam a ser aquelas que me encantaram a infância, e a dos meus filhos e as de tantas crianças que desde há trinta anos me privilegiam partilhando comigo o perfume das suas infâncias...





domingo, 16 de fevereiro de 2014

o regresso da histórias inventadas

Regressaram as histórias inventadas de forma espontânea pelas crianças!
Então vou explicar, para quem não conhece:

Claro que há sempre algumas crianças que gostam de inventar histórias e contá-las. O que estas histórias têm de especial é que, uma criança espontaneamente modela ou desenha as personagens de uma história que inventa e no final mostra-a ao grupo. Este ano a primeira história surgiu modelada em plasticina, pela Verónica e pela Inês J.
Esta é uma imagem da apresentação ao grupo:

Seguiram-se, de novo a Inês, desta feita acompanhada pelo Manuel:

A modelar os elementos da história

A apresentar a história ao grupo
Esta segunda história está cheia de fantasia, de personagens que se transformam, de criatividade.

 Ao valorizar estas criações pretendo reforçar a auto-estima, a capacidade de estruturação das ideias, o poder de iniciativa, a imaginação e a criatividade. Ao mesmo tempo, vou trabalhando a organização da linguagem e o enriquecimento da mesma a nível vocabular.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Hora do Conto

Hoje recebemos a visita da professora Adélia,  professora bibliotecária do nosso agrupamento, que veio contar-nos uma história, como fazia no ano passado.
O livro que escolheu falava sobre a família, as diferentes formas de família, a felicidade de ter uma família e de ter junto de nós as pessoas que amamos.

Conversou muito connosco, mostrou-nos no data show imagens  sobre as quais conversámos e, finalmente, leu-nos a história do livro.
Gostámos muito. Agora temos a tarefa de fazer um livro com as imagens que a prof. Adélia nos deixou.
Já começámos a colorir as imagens e a Quina deu-nos os parabéns porque todos estamos a colorir muito bem e com muito gosto.

A professora Adélia também nos deixou um baú cheiinho de "livros apetitosos para devorarmos".

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Iaci e a Boneca

Fizemos  um  cartaz com a história da "Iaci e a Boneca", recontada por nós. Foi um trabalho de grupo em que cada grupo tinha pelo menos 1 amigo de cada idade. Tínhamos o material de construção e podíamos usar o que quiséssemos na parte que estávamos responsáveis por ilustrar.

(Para os mais pequenos foi a primeira experiência e trabalharam encantados, primeiro receando não serem capazes, mas depois com ideias e muita vontade de fazer - foi bom para a auto-estima de cada um, pois o resultado final agradou a todos.)

















Iaci e a boneca




 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Livro " Que comeste? Diz-me tu!"

Já terminamos o trabalho motivado pelo livro que a professora Adélia nos apresentou na hora do conto.

Fizemos um livro, que tem como título "Que comeste?  Diz-me tu?"




terça-feira, 20 de novembro de 2012

Hora do conto

Ontem tivemos a visita da professora Adélia, que nos veio contar mais uma história. Desta vez, o livro que trouxe para nos apresentar no datashow chama-se: "Donde vem a Pimenta?"

É um livro divertido. Diz coisas engraçadas e também ensina coisas interessantes.O livro tem uns desenhos (ilustrações) muito fixes.
Gostámos muito. Gostámos também de podermos participar a tentar descobrir como é que as coisas são a sério.
É assim: há uma pergunta e um menino do livro responde e depois nós pensamos um bocadinho e dizemos o que pensamos - Se está certo ou errado e como é que nós achamos que está bem.
No fim, a professora Adélia vira a página e lê qual é a resposta.

Deixou-nos umas imagens para nós fazermos um trabalho sobre o livro, mas ainda não tivemos tempo. Temos andado muito ocupados. Talvez amanhã....

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Organizar e contar

Mais uma semana cheia de atividades e descobertas que passou e nós  aprendemos muitas coisas.

Na 2ª feira:

A Quina lançou-nos um desafio no domínio da linguagem oral  e que foi de dificuldade diferente de acordo com as idades dos meninos.
Ela tem 6 imagens que contam uma história.


Para os  meninos de 3 anos, selecionou apenas uma imagem e pediu que lha descrevessem, quer dizer, que a observassem muito bem e lhe dissessem o que viam nela.










Para os meninos de 4 anos, escolheu 3 imagens e pediu que as organizassem de forma a poderem contar uma  história.



























Aos meninos de 5 anos, entregou as 6 imagens para que as organizassem numa sequência lógica e contassem também uma história possível.



















sábado, 24 de março de 2012

Banda desenhada

Vimos na internet uma história muito bonita sobre os ovos da Páscoa. Chama-se "O Segredo dos Ovos de Páscoa". No final conversamos bastante sobre o significado da história. Concluímos que falava sobre os sentimentos bons que as pessoas têm umas pelas outras . o amor, a amizade, os desejos de coisas boas para as pessoas de quem gostamos.
A Quina disse-nos que tinha aquela história, mas sem imagens, só com texto e que tinha gostado muito da forma como esta estava ilustrada. Conversámos então sobre ilustração de histórias e quais os tipos de ilustrações que cada um de nós mais gosta. Quase todos gostamos mais de desenhos cheios de cores e com
imagens grandes. Então a nossa educadora propôs que ilustrássemos a história que tínhamos ouvido.
"E que tal em banda desenhada?" - sugeriu.

"Banda desenhada é na televisão"
"Não é nada, isso é bonecos"


"Estou a ver que há aqui alguma confusão. Na televisão podemos ver desenhos animados, que é diferente. Nos desenhos animados os personagens mexem-se, na banda desenhada não..."
"Eu sei o que é banda desenhada, nós temos na biblioteca - acrescentou o Dinis -  posso ir lá buscar um livro?"

Bem, analisado o que é BD e as suas caraterísticas lançamos mãos à obra:

1º - relemos a história e dividimo-la em partes (cada parte fica num espaço "rodeado por uma linha", " "não tem de ser um quadrado, pois não?" e depois vai ser ilustrada);
2º - decidimos que não íamos desenhar, íamos procurar nas imagens que a net tem ("há desenhos bué "nitos";
3º -analisamos o texto para descobrir as imagens que eram necessárias;
4º - fomos pesquisar e foi fácil decidir porque facilmente chegámos a acordo ("senão votamos!");
5º - imprimimos as imagens (foi muito divertido porque imaginávamos que, de dentro da impressora, iam sair lagartixas, cobras e corujas a sério e todos fazíamos barulho. Descobrimos que a Quina "fica toda arrepiada" com osgas!)
6º - colorimos as imagens com lápis de cor e recortamo-las;
7º - a história estava cortada em pedaços e tivemos de a organizar na sequência correta para a colar nos espaços certos

8º - no final, cada menino colou no sítio correto as imagens correspondentes ao texto que já lá estava colado.



















(Quando a Quina nos perguntou que sinal é que se colocava no final da frase em que pergunta o que há dentro dos ovos da Páscoa, o Gonçalo disse muito depressa "É o sinal de mistério!")








segunda-feira, 12 de março de 2012

Semana da Leitura - Afinal como foi?

Foi interessante e os meninos gostaram.
Cada família enviou um retalho com a sua história, quase todas em redor de um aspeto afetivo  da criança. Foi o pedaço da fralda que acompanhou a criança na 1ª separação da família, o cobertor que a acompanhava para todo o lado, um pedaço da primeira bata, o recorte que o Diogo fez no cortinado dos avós... Enfim, cada retalho uma história engraçada ou terna.

Cada criança coseu o seu retalho e a manta ficou completa. Todos gostaram de coser e ninguém se picou. Havia um menino que pensava que coser roupa era tarefa apenas feminina, mas logo lhe foi explicado que há grandes alfaiates e costureiros, no mundo da moda. O avô e o bisavô do Dinis, por exemplo, eram alfaiates e tinham muita freguesia! A avó do Diogo e a do Afonso trabalham para o avô da Letícia, que tem uma alfaiataria na Póvoa de Santarém.
Muito interessante foi a conclusão tirada pela Laura, quase no final do trabalho: "Se nos juntarmos e  trabalharmos em conjunto, fazemos uma coisa maior e melhor".
 A Quina também nos contou uma história que a moral era: "A união faz a força".
Foi o que nós fizemos: unimos os nossos retalhinhos e fizemos uma manta!

Na 6ª feira fomos à EB partilhar com as famílias e os amigos mais velhos o nosso trabalho e ver o deles.


A Quina leu o livro "A Manta -uma história aos quadradinhos (de tecido)", para todos e explicou o nosso trabalho, não se esquecendo de dizer que ainda vamos fazer um livro com  as histórias dos retalhos, que irá passar pelas casas dos meninos para que todos possam conhecê-las.





Quanto ao resto do trabalho, exploramos os tecidos com os nossos sentidos do olfato, do tato e da visão,  trabalhamos as noções ligadas às sensações que tivemos e inventamos padrões para tecidos.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Projeto da Semana de Leitura

Pedimos às nossas famílias que mandassem para o JI um retalho de tecido que tivesse pertencido a uma peça  que tivesse uma história para contar.... aguardamos pelos retalhos para segunda feira iniciarmos o trabalho, mas deixamos aqui o nosso projeto das actividades no âmbito da semana de leitura...


sexta-feira, 25 de março de 2011

O Livro Negro das Cores

A professora Adélia veio outra vez ler-nos um livro.
Este livro fala da forma como o Tomás, que é um menino invisual (aprendemos que invisual significa "Que não vê"), conhece as cores. A história é muito bonita. Chama-se "O Livro Negro das Cores"
Vimos o livro em data show, enquanto a professora Adélia ia lendo.
Estavam cá os amigos da EB e os do JI do Verdelho.

Aprendemos que existe um alfabeto para as pessoas invisuais poderem ler. Foi inventado por um senhor chamado Braille e por isso chama-se "Alfabeto Braille". Em vez de usar letras como as nossas tem sinais em relevo, todos os pontinhos no ar.(alfabeto Braille)

No fim fizemos um jogo engraçado. Havia um saco com coisas e um menino de cada vez, de olhos tapados, tirava um objecto lá de dentro e sentia-o: apalpava-o, cheirava-o... para tentar descobrir o que era. Quanto à cor, os amigos iam dando pistas até o menino descobrir.


Antes de se ir embora, a professora Adélia deixou-nos um desafio: fazermos o jogo mais tarde e registarmos em livro a experiência. Mas o livro tinha de ser feito com folhas pretas e escrito e desenhado a branco.
Gostámos tanto deste livro que, quando mandarmos o nosso para a professora Adélia, vamos escrever-lhe um carta para lhe agradecer.

Foi um dia muito divertido e aprendemos a compreender melhor como é ser invisual.
Andámos pela sala de olhos tapados e tínhamos de seguir as instruções dos nossos amigos para não batermos nos móveis, nem nas outras coisas que temos na sala.

Descobrimos que ser invisual torna as coisas mais difíceis e que é preciso viver com muito cuidado. Se encontrarmos alguém assim vamos ajudá-lo. Pode ser a atravessar a estrada, a não bater nas coisas, pode ser a não pôr os pés numa poça com água, ou falar-lhe do mundo à nossa volta.
Também aprendemos que os invisuais desenvolvem mais os outros sentidos para conseguirem perceber melhor o que se passa ou como são as coisas.





Fomos à internet ver como é o Alfabeto Braille e os meninos mais velhos escreveram o seu nome  dessa forma.