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terça-feira, 3 de março de 2015

Já temos loja!

Hoje introduzi a loja na sala.
Estivemos a ver o nome de diversas lojas, em função do que vendem e nem imaginam a criatividade destes meninos!


Assim, uma loja onde se vende:
- carne  - é um carneiro;
- peixe - é uma peixeira;
- fruta - é uma fruteira...
...e assim por diante!

Até eles se riram dos disparates!

Na conversa introdutória, explicaram que uma loja é "um sítio onde uns vendem coisas e outros compram" e que para se poderem realizar estas operações é necessário ter dinheiro ou cartão do banco.

Mostrei-lhes um exemplar de algumas notas e moedas, sabendo uma criança identificar que a nossa moeda se chama "euro" e que temos euros e cêntimos.

Os mais velhos decalcaram moedas e alguns até consideraram que era uma espécie de magia.

Seleccionamos os produtos a ter na loja e verificamos que precisamos de alguns. Eu  disse-lhes para pedirem às famílias colaboração com o envio de algumas embalagens vazias e lavadas (de iogurte, de detergente,  de papas...) - Não enviei recado que é para terem a responsabilidade de se lembrarem. Não é grave se se esquecerem de pedir em casa. É só para criar a responsabilidade e treinar a  memória.

Nesta área vai haver um bloco para fazerem as contas ("os meninos não devem usar máquina de calcular que é para porem o cérebro a pensar" ) e material para escrever, na área da casa vai haver um bloco de papel para "podermos fazer a lista das compras".

Dinheiro (a fingir, mas idêntico ao real) , já está nas carteiras.

Amanhã vamos colocar os preços nos produtos e a loja pode inaugurar!

(Esta área vai proporcionar trabalho de forma lúdica, na área do conhecimento do mundo - identificar o dinheiro, saber como se compra e vende, ,do raciocínio lógico matemático - Trabalhar com números, identificá-los, fazer contas, escrever números, resolver problemas... ;  da formação pessoal e social - desenvolver relações entre pares, resolver conflitos...)

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Preparando o S. Martinho

Vou dar um salto no tempo e falar da nossa preparação do S. Martinho.
(gostava de falar do que fomos fazendo desde o início do ano mas tb não posso deixar passar o que fazemos no momento. Espero ainda aqui deixar um apontamento do que já passou)

Conversando sobre o dia de amanhã, Dia de S. Martinho, descobri que a maior parte do grupo não se lembrava ou mesmo não sabia o significado das comemorações deste dia, por isso fomos à procura de informação na internet.

 Ouvimos a canção da lenda de S. Martinho, numa adaptação da educ. Alda C. Fernandes  (Obrigada. Os meninos gostam muito das suas canções.) e conversamos sobre a lenda para que pequenos e grandes a entendessem, pois é mais difícil compreendê-la através da canção.

Assim todos ficaram a saber porque fazemos o magusto e partilhamos as castanhas  e a vontade de o fazer ficou maior.

Como as crianças hoje já trouxeram castanhas para o magusto, aproveitamos para aprender (ou recordar) conhecimentos sobre esse fruto.

Recordamos que no ano passado, a educadora tinha descoberto umas castanhas greladas e as tinha trazido para o JI para se discutir se serviam para alguma coisa. Foi decidido semeá-las (a castanha é uma semente) num vaso e ver o que acontecia. Passado algum tempo romperam de terra uns rebentos, de onde nasceram umas folhinhas compridas e com bicos. Fomos regando e, quando chegou o dia mundial da árvore plantamos os rebentos no pátio, ao pé da amoreira e do marmeleiro que plantamos noutros anos. 

Fomos então ao exterior procurar os célebres rebentos, que agora dão pelo nome de castanheiros. Lá estão eles, encostadinhos um ao outro para se protegerem, talvez do frio.

Cantámos algumas canções sobre as castanhas e fizeram carimbagem com castanhas. Mais tarde, cada um escolheu uma castanha carimbada para servir de base a um boneco. Os trabalhos ficaram bastante bonitos.















Os meninos mais velhos, resolveram um problema sobre castanhas.
(é importante habituá-los a resolver pequenos problemas, a explicarem como chegaram ao resultado, ou seja, qual o pensamento/processo que desenvolveram, a refletir sobre questões, a verificar se o seu pensamento estava correto - contribui para o desenvolvimento da sua capacidade de raciocínio, estimula a sua inteligência)


No segundo problema, quando lhes pedi que explicassem como tinham feito as respostas foram diversas "Contei a castanha que colei e outra por baixo. Não está lá mas é a que tu ias dar a mais"
"Contei uma castanha a cada e deu 8 ... voltei a contar outra castanha e deu 16"; Desenhei uma castanha ao lado da que colei e contei todas. Deu 16."; "Contei 2 vezes cada castanha" ...


Respostas surpreendentes de sentido e que demonstram que  não há apenas uma maneira de raciocinar e que temos de respeitar as diferentes formas de o fazer desde que válidas. 

O que interessa não é resolver  da forma que se espera, o importante é saber pensar.


 


quinta-feira, 29 de maio de 2014

visita de estudo - jardim zoológico

A nossa visita de estudo anual foi ao Jardim Zoológico, agora que faz 130 anos.



Logo à chegada procuramos um sítio agradável para lanchar antes de irmos ver o espetáculo dos golfinhos.

Depois passeamos encantados pelo J. Zoológico, descobrindo todos aqueles animais e fazendo perguntas sem fim. Alguns animais eram muito grandes e houve amigos com um bocadinho de medo, muito agarradinhos à mão dos adultos.
À hora do almoço toda a gente comeu bastante bem (estavam todos com apetite!) e no fim saboreamos um gelado.

No regresso, uns dormitaram mas outros (os que levaram pilhas especiais...) nunca se calaram e mantiveram-se animados até ao fim.


Para explorar melhor a visita estamos a construir um J. Zoológico com a colaboração das famílias e está a ficar um espetáculo!!! (depois mostramos!)





Experiências à lupa

Para descobrir como são feitos os "cocós" dos bichos da seda, recorremos às lupas e isso deu lugar a que muitas outras coisas fossem vistas à lupa: pedrinhas, grilos, bichos de conta...











Os meninos mais novos ficaram muito entusiasmados e nunca mais queriam parar com a experiência!




domingo, 25 de maio de 2014

Acção Escolas - SOS Azulejo

Aceitamos o desafio  de participar nesta iniciativa do Museu da PJ, porque estamos sempre alerta para tudo o que possamos fazer para intervir, aprender e ajudar a divulgar coisas importantes na nossa sociedade. Esta  ação já terminou há algum tempo (7 de maio) mas como ainda não a divulgamos, aproveitamos para o fazer hoje.

O objetivo era despertar as crianças e os adultos para a importância e para a preservação do rico património de azulejos existente em Portugal. Vivendo nós no concelho de Santarém, cidade com lindos azulejos em edifícios públicos e privados, era "obrigatório" pôr mãos à obra e entrar no projeto. Foi o que fizemos.

Por dificuldades de transporte não fomos explorar diretamente nos locais os azulejos, mas fizemo-lo pela internet - o "alvo" foram os bonitos painéis de azulejos do mercado municipal de Santarém. Através deles descobrimos como era a vida há muitos anos - a feira ao ar livre, a pesca no rio Tejo, as profissões existentes (o pastor e o seu rebanho; o guardador de porcos e a sua vara; os campinos e a manada de touros...) aproveitando para aprender alguns nomes coletivos.

Na internet também, vimos um pequeno filme que nos ensinou como se fabricam azulejos.

Escolhemos, para reproduzir, um painel de azulejos que representa a pesca no Tejo, com um barco, pescadores e as casas construídas sobre estacas que ainda podemos ver na aldeia de Caneiras (nenhum dos meninos sabia que existem casas sobre estacas e despertou muito interesse este aspecto).



Cada um dos meninos mais velhos ficou com um azulejo do painel para desenhar, tendo em atenção que outra criança iria dar continuidade à imagem noutro azulejo.






 Já tínhamos pintado os azulejos para oferecer às mães, por isso o processo já não foi novidade.







O resultado final foi um bonito painel que decora agora a entrada do nosso JI.



Cada amigo ganhou um puzzle com a imagem de um dos paineis do mercado e levou para casa o desafio de as famílias os ajudarem a descobrir qual o painel que lhes coubera em sorte (os puzzles variam de dificuldade conforme a idade dos donos).



Recebemos um elogio e um agradecimento dos coordenadores do projeto e ficamos muito felizes por isso.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Projeto - Vamos fazer telefones

Há algum tempo a Adriana informou que sabia fazer telefones com copos e disse que gostava de ensinar os amigos a fazer. Todos ficaram entusiasmados e, como estávamos a meio de outras atividades, escrevemos no nosso "placar dos projetos" para não nos esquecermos e agora chegou a  hora de o concretizarmos.

A Adriana (A) recordou  qual é o projeto que quer propor ao grupo e começou por dizer qual é o material necessário:

A - Precisamos de ter dois copos e um fio ou um tubinho fino..
Educ (E) - Então vamos buscar 2 copos de vidro ao refeitório e...
A - Não podem ser copos de vidro.
E - Não?... Então?
A - Se forem de vidro não podemos furar porque se partem!
E - Então, como devem ser os copos?
A - De plástico, para se poderem furar.
E - E furam-se como?
A - Com um lápis ou com uma tesoura.
(A Verónica (V) levantou o braço e perguntou se podia dar uma opinião)
V -  Gostava de dizer que também se pode usar um alfinete.
A - Pois pode.
( A Sónia trouxe-nos um alfinete e a educadora colocou sobre a mesa uma tesoura e um lápis de carvão. Decidiu-se usar copos de iogurte e um atacador dos grandes que estava na caixa dos fios. A Adriana começou a exemplificar).
- Faz-se um furo em cada copo, no fundo de cada copo.




(....) Passa-se o fio pelo buraco e não se deixa sair...
E - Então como é que o seguramos, ficamos lá com a mão...ou usamos cola?
A - Eu acho que se dá um nó! (deu um nó numa ponta e a Verónica deu na outra)

E - E agora?
A - Já está. Posso chamar os amigos para mostrar como é?

 Foi chamando os amigos 2 a 2, pondo-os na posição correta com apoio da educadora, com atenção para o fio ficar esticado e as mãos não tocarem no fio. 


 Quando todos participaram quiseram fazer um telefone para cada um, mas verificou-se que não havia material suficiente. Alguém sugeriu pedir aos pais cordel e copos de iogurte através de um recado.

Amanhã continuamos...

(É gratificante chegar a esta altura do ano e verificar que as crianças estão autónomas, cheias de ideias, capazes de sugerir e apresentar projetos. O meu papel foi basicamente o de "provocador" de forma a levar o grupo a pensar como resolver as situações e como explicitar melhor o pensamento).

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

o que é o vento?

Ao analisar o tempo que fez ao longo de uma semana, vimos que todos os dias fez vento.
Mas afinal o que é o vento, essa "coisa" que a gente sente na cara e no corpo, que nos empurra e faz sentir frio, que faz abanar as folhas das árvores e as roupas que estão nos estendais e que não conseguimos ver como vemos o sol, o nevoeiro, o arco-íris ou as nuvens no céu? - foi mais ou menos esta a questão que coloquei ao grupo.
 As respostas foram:
- o vento é o frio;
- o vento é as árvores a abanar;
 - o vento é as folhas a voar...

Em conversa chegámos à conclusão que a única coisa que sabíamos do vento era sobre a sua acção sobre as coisas e então fomos experimentar...

- abanar folhas de papel
- sacudir as mãos
- soprar com a boca

A Inês J. chegou a uma conclusão: " O vento é o ar"
- Mas o ar está sempre à nossa volta, não podemos existir sem ar e nem sempre está vento! - argumentei.

O grupo pensou de novo...

- O vento é o ar a mexer-se! - exclamou o Manuel.
- Exato, o vento é o ar em movimento! - concordei.

Depois falámos sobre o vento frio, o vento quente, a aragem, o vento forte...

Terminamos a fazer leques para cada um poder sentir o vento da forma que mais lhe agradasse. Nos dias seguintes várias crianças trouxeram para o JI leques feitos em casa...




sábado, 9 de novembro de 2013

Quadros e mapas (I)

 Pouco a pouco vão surgindo na sala quadros e mapas para preencher - cada um tem a sua função e pretende-se que sejam instrumentos que levem cada criança a apropriar-se de regras e rotinas, a organizar o seu pensamento, a fazer descobertas e a evoluir nas diferentes áreas do desenvolvimento.
                                 mapa das presenças
                                                                         Como funciona?

- Cada criança regista diariamente a sua presença utilizando um símbolo pré-estabelecido com o grupo
- No final de cada mês conta  e regista as faltas e presenças e recorda porque faltou.

Algumas noções que adquire:
- a sucessão do tempo - dias, semanas, meses...
- a sequência e o nome dos dias da semana/dos meses
Treina o trabalho com mapas de 2 entradas

quadro do tempo

Como funciona?
- todos os dias uma criança atualiza os dados

Algumas noções que adquire:
 - a sucessão do tempo cronológico - dias, semanas, meses, estações do ano...
- o nome dos dias, dos meses, das estações do ano
-  noções de meteorologia
- características das estações do ano
mapa do tempo meteorológico 
(como o quadro anterior apenas permite registar o tempo que faz em cada dia não permite uma análise do tempo ao longo de uma semana, surgiu  a necessidade de complementar com este mapa)


Como funciona?
- todos os dias uma criança regista o tempo que faz
- no final da semana faz-se a análise do mapa contando quantos dias choveu, esteve sol, etc. e regista-se em números

Algumas noções que adquire:
- a variabilidade do tempo diário
- o nome dos dias da semana
-  noções de meteorologia

Treina:
- a capacidade de observação, de representação gráfica, de análise de um mapa
- a capacidade de contar e de associar número e quantidade
- a identificação e a escrita dos números
- o trabalho com mapas de dupla entrada


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Outono - Como se faz o vinho?

Na semana passada a Inês J. e a Verónica ensinaram-nos :

Como se faz o vinho

"Cortamos os cachos das parreiras ou videiras.

Pomos as uvas em baldes e despejamos no tractor que as vai levar para o lagar.







No lagar despejam-se em tanques grandes - patamares - que têm uma prensa para esmagar as uvas.

As pessoas vão descalças lá para dentro esmagar as uvas com os pés ou então as uvas são esmagadas com máquinas.
A Inês ajudou o avô a pisar as uvas

O tanque tem uma rolha que se tira e o líquido corre para dentro de um balde. O mosto, as peles e o lixo não conseguem.

(O avô tira o lixo que corre por cima com uma pá minha que tem um pau na ponta para chegar mais longe)

O vinho vai aquecer e fermentar ou curtir.

O avô depois vasa um bocadinho para os tonéis com torneiras e fica lá o vinho para beber.
Tem de se esperar muitos dias até o vinho estar pronto. Prova-se no Dia de S. Martinho."

No fim, aprendemos umas quadras e fizemos um trabalho sobre as uvas.

domingo, 29 de setembro de 2013

Outono - Árvores de outono






As nossas árvores de outono estão muito bonitas, não acham?
Pintamos as folhas com cotonetes molhados em tinta.


Aprendemos uma poesia sobre o outono e queremos partilhá-la para outros meninos também poderem aprender.

" Eu tinha no meu quintal
Uma árvore bem bonita
Mas há dias reparei
Que está a ficar esquisita.

Vou contar à minha mãe 
o que se está a passar...
Que as folhas estão amarelas
todas, todas a cair
que a passarada partiu
e não voltou nunca mais.

-Isto também acontece
Além, nos outros quintais?

Não sei o que aconteceu
Mas gostava de saber
como é que posso ajudar.

 Mas a mãe não se assustou
nem tão pouco me ligou
e disse só:
 - Não faz mal
estar despido e sem folhas
no outono é natural!"

Não sabemos quem é o autor mas nós gostamos muito desta poesia.





domingo, 21 de abril de 2013

Tivemos uma visita....

Recebemos no JI uma visita muito simpática e que, apesar de ser pequenina, já viveu muitas aventuras!

O gatinho bebé da Cristina! Chama-se Sobrevivente porque os irmãos dele foram todos mortos por um outro animal e ele foi o único que a mamã gata conseguiu salvar.


Não é fofinho?


Por causa dele começamos a falar dos nossos animais de estimação e fizemos um trabalho  para sabermos, entre outras coisas, quais os animais que temos e qual a espécie de animal que mais temos entre todos.
Para isso tivemos de fazer um gráfico, onde cada menino representou os seus animais.

Aprendemos que o nosso é um gráfico de barras e que cada gráfico deve ter uma legenda, que serve para ajudar a ler o gráfico.

Depois contámos quantos animais temos segundo a espécie : quantos gatos, quantos cães..... a régua pode ajudar-nos, com descobriu a Débora.

A seguir descobrimos qual era a espécie que temos mais e a que temos menos.




 Cada um de nós resolveu alguns problemas em que exercitamos a capacidade de fazer cálculo mental e treinamos a identificação e  a escrita de números. Os problemas dos meninos mais novos eram mais simples, claro e, quando necessário, puderam recorrer a suportes físicos ( resolver os problemas com recurso a objetos).

quinta-feira, 11 de abril de 2013

o conta gotas

Recebemos um novo contributo para a área da ciência - a Filipa trouxe um conta gotas. Ninguém, nem ela, sabia como se chamava o objeto, nem para que servia. Desta forma, aprendemos uma palavra nova, conhecemos um utensílio novo e fizemos umas experiências.
Achamos muito engraçado o nome porque quer dizer mesmo o que se faz com o conta gotas... C-o-n-t-a-m -s-e  -g-o-t-a-s...

O conta gotas serve para usarmos a quantidade certa de um líquido: água, medicamento, tinta...

Como a água é transparente e para vermos melhor, pusemos tinta aguada numa taça e experimentámos apertar a borracha do conta gotas devagarinho e as gotas lá pingaram... 1, 2, 3....

... apertando com força não pinga... o líquido sai todo muito depressa e faz um esguicho e não conseguimos contar as gotas.


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Bichos da seda III

Ontem as meninas de 5 anos terminaram o trabalho sobre os bichos da seda e apresentaram-no aos amigos.


iniciaram falando dos ovos de onde nascem os bichos da seda

mostraram o bicho da seda em bebé, desenhado por elas

mostraram as folhas de amoreira que eles comem


...como o bicho cresce ao comer as folhas
o casulo feito com o fio que o bicho da seda deita

O bicho dentro do casulo a transformar-se em crisálida
a borboleta que corta o fio e sai de dentro do casulo
para acasalar e pôr os novos ovos

Terminaram mostrando uma outra borboleta que fizeram com lápis de cera aquecido e explicaram que  as borboletas do bicho da seda são apenas uma espécie entre muitas de borboletas que existem.



O trabalho foi muito bem apresentado, souberam dividir tarefas e respeitar os momentos de fala umas das outras. Falaram do principal da vida dos bichos da seda e, no final quiseram compilar em livro as imagens que tinham apresentado. Na capa representaram  em círculo, o ciclo da vida do bicho da seda.
 Mereceram uma grande salva de palmas dos amigos que assistiram.

No final, todos puderam observar com lupa os pequenos bichos, descobrir como são as suas patinhas, como caminham...






Houve ainda tempo para observarem diversos objetos à lupa e perceberem para que serve este instrumento.
 ... até se observaram uns aos outros, no meio de divertidas exclamações.... 

... no JI aprender é muito divertido!