terça-feira, 8 de abril de 2014

A caça ao tesouro


Como já é tradição na vivência da Páscoa na sala, fizemos uma caça ao tesouro . Era para ser um peddy paper no pátio, mas estava a chover e teve de ser adaptado para dentro de casa. Como temos a sala do prolongamento e o refeitório, foi aí que o Coelho da Páscoa escondeu o nosso tesouro, ou melhor, os nossos tesouros.






Trouxe-nos um tesouro para a sala com um puzzle e dois coelhos de chocolate para dividirmos entre todos e um tesouro para cada um de nós. 










Tinha pistas para seguirmos, mensagens com tarefas para cumprir e acabou numa grande risada e muita alegria....









Na sexta-feira vamos partir para umas pequenas férias e em breve regressaremos cheios de energia e entusiasmo para continuar a aprender, a trabalhar e a brincar, que é como quem diz - a crescer...

Primavera - Páscoa - Vida

Associamos a Páscoa à primavera e ao renascer da vida que por todo o lado nos espreita. Por isso a relacionamos com os ovos que são a promessa de uma nova vida em de toda a aventura que isso representa.
 Pensando em novas vidas fomos espreitar a caixinha dos ovos das borboletas de bicho da seda e descobrimos que já por lá rastejam alguns bichinhos escuros. Desde aí temos mais uma tarefa no nosso quadro - alimentar os bichos da seda. A nossa amoreira já está preparada - cheia de folhinhas tenras para os bichos da seda.

Páscoa

Fizemos para a nossa família uma lembrança de Páscoa, inspirada numa ideia que havia na internet:
















Primavera

A primavera também está a chegar dentro da nossa sala. Olhando os materiais que temos pusemos a imaginação a trabalhar e um lindo jardim foi nascendo na sala...


































































quarta-feira, 2 de abril de 2014

Dia do Livro infantil?

Porque existe um  Dia do Livro Infantil?

Será que continua a ser necessário destinar um dia a lembrar como os livros são importantes para o desenvolvimento global das crianças?
Desde o treino da motricidade exigida para conseguir passar folha a folha, o encanto dos olhos ao descobrir as imagens, o treino da leitura ao descobrir-lhes um sentido, o despertar para o mistério profundo das letras que as desafiam a aprender a ler, a abertura da mente para outros mundos e realidades, a viagem pelo reino fantástico da comunicação... tanto se pode falar e sentir quando o tema são os livros e a sua acção positiva sobre as crianças....  mas infelizmente -  SIM, continua a ser importante dedicar um dia especial aos livros. Ainda há crianças que só têm contacto com eles no jardim de infância ou no hipermercado, numa fugida pelo meio das compras. Ainda há crianças que têm livros, que os levam para o JI e que "imploram" que lhes leiam os livros porque em casa não há tempo para lho fazerem, embora até haja dinheiro para os comprar.

E os livros continuarão a ser  insubstituíveis companheiros de viagens e sonhos.

Hoje não fugimos à regra e li uma história após o almoço. No final, uma menina pediu-me: "Podes deixar esse livro na nossa biblioteca? É tão bonito!"
(na sala há a biblioteca, a que todos têm acesso diariamente; no gabinete há outros livros - aqueles que não cabem na biblioteca, que por algum motivo reservo para dias especiais, os livros dos meus filhos e que eles me permitiram levar para o JI, aqueles que me encantaram e que sendo meus trouxe para partilhar com eles e que por vezes ficam na biblioteca da sala ao longo de semanas...)

Hoje foi um livro de histórias tradicionais da minha filha e a escolha recaiu sobre As Botas de Sete Léguas, penso que pelo cheiro a magia e mistério que o nome destila.

No final, cada um partilhou qual a sua história preferida.


Como registo e para recordação do dia do livro infantil, cada criança criou o seu marca livros, onde assinalou a história que mais gosta.

 E fiquei feliz por ver que as histórias mais escolhidas continuam a ser aquelas que me encantaram a infância, e a dos meus filhos e as de tantas crianças que desde há trinta anos me privilegiam partilhando comigo o perfume das suas infâncias...





terça-feira, 1 de abril de 2014

As cores e a matemática

Hoje a Quina lançou-nos um desafio: vamos  ajudar os meninos da sala que ainda não conhecem todas as cores?

Como vamos fazer?

Com a ajuda dos lápis de cor.

Os adultos prepararam uma superfície com 12 copos de plástico. Cada um tem um autocolante da cor dos lápis que irá ter lá dentro e tem escrito o nome da cor (assim a criança  vai associando a escrita do nome à cor).

O trabalho dos meninos de 3 anos foi seleccionar os lápis de cada cor e fazer conjuntos com eles.



No fim, os meninos de 4 anos e 5 anos contaram quantos lápis há de cada cor e,  os meninos de 5 anos, registaram numa folha. Depois ainda comparamos os conjuntos obtidos e vimos quais é que tinham mais/menos/ou igual número de elementos. Assim pudemos ordenar os conjuntos de acordo com a quantidade de elementos e os meninos mais velhos aproveitaram para treinar os números ordinais.

Também identificamos tons das cores (claro/escuro/médio/seco).



(Uau! Já repararam na quantidade de conceitos matemáticos que trabalhámos? E com todo o prazer, através de um trabalho-jogo)

Assim os meninos vão aprender mais depressa (e melhor) as cores, porque ao olharem para os copos têm as cores individualizadas e tomam mais consciência delas e dos seus nomes.





segunda-feira, 31 de março de 2014

Ao som de Vivaldi

A sessão de movimento de 6ª feira foi ao som de Vivaldi e da sua famosa (e linda) Primavera.







Primeiro ouvimos a música de olhos bem fechados para a sentirmos melhor, depois dançamos livremente pela sala e no final, fizemos a nossa ginástica ao som de Vivaldi. Quase todos os meninos já conheciam a música, mas gostam sempre de a ouvir (e sentir) de novo.







(A educação estética passa também por habituar o ouvido a músicas diferentes das do dia a dia. 

Já neste ano letivo, tinha posto a tocar Mozart, numa música alegre e prazenteira e um dos meninos da sala veio ter comigo e perguntou-me se podia tirar "aquilo" e pôr uma música bonita....)








domingo, 23 de março de 2014

Saudades de um amigo...

Há quase um mês que o nosso amigo André Scherènne voltou  para França com os pais e os amigos do JI têm muita saudade dele. O André é um malandreco, um amigo brincalhão e bem disposto e sentimos a falta dele entre nós. Sabemos que para o ano vai voltar (quando os pais regressarem por alguns meses a Portugal), que ser mais crescido e vai ter muitas coisas para nos contar (e nós para lhe contarmos a ele), mas temos saudades!

Vamos mostrar o livro que fizemos para o André, para ele ver e lembrar-se de todos os amigos que aqui deixou. Mais uma vez as nossas mãos foram uns bons instrumentos de trabalho e nos mostraram que servem para ... tudo aquilo que quisermos imaginar (menos para bater...)

Com o dedo indicador fizemos o corpo do boneco que representa cada amigo na capa do livro. Na contracapa, os adultos  tiveram a sua representação...
Cada menino ditou uma história sobre a imagem que fez mas não foi possível copiá-la para aqui porque o livro foi entregue ao André logo de seguida a estar terminado, mas ficam aqui as bonitas criações dos amigos.

Histórias com mãos on PhotoPeach

sexta-feira, 21 de março de 2014

Dia Mundial da Árvore

Hoje plantámos o castanheiro que tínhamos semeado em novembro.
Estava dentro de um vaso e já não tinha espaço para se desenvolver mais.  Tem 30 cm de altura e muitas folhinhas recortadas.
Plantámos o castanheiro ao fundo do pátio, perto da amoreira e da gamboeira que plantámos noutros anos.

Ainda não sabemos se o castanheiro vai pegar ou não, porque os castanheiros gostam de sítios onde o tempo seja mais frio e húmido do que em Achete, mais perto da serra da Estrela ou ainda mais longe daqui.

"Pois, observou o Manuel quando o senhor Carlos estava a explicar, aqui também já foi mais húmido, uns tempos mais atrás, mas agora chegou a primavera e está mais sol!"

Um menino estava a dizer que íamos semear o castanheiro, mas a Verónica explicou que não era semear que se chamava, era plantar. Para semear é necessário ter uma semente (por exemplo - a castanha que semeámos quando foi o S. Martinho), hoje plantámos (tínhamos uma planta, o castanheiro).





Também plantámos na terra o nosso pé de milho, porque já não tinha espaço para crescer mais na lata onde o semeámos há muitos meses.