domingo, 13 de maio de 2012

Ida ao Musical "Careta, a tartaruga que defende o planeta"






A Cristina trouxe 2 das tartarugas que tem no lago do jardim da casa dela, para nós as podermos observar antes de irmos ver um espetáculo em que as tartarugas têm o papel principal.









Pudemos observá-las e fazer perguntas sobre elas, ir à internet em busca de informação e até desenhá-las.









 No dia 10, fomos ao Oceanário assistir ao musical "Careta, a tartaruga que defende o planeta".
 Gostámos muito. O espetáculo foi muito bonito, tinha cores alegres. As tartarugas eram engraçadas e cantavam muito bem. A mensagem do teatro é que é muito importante proteger o mar e as pessoas saberem ser asseadas e fazer as coisas como devem, quer dizer, devem colocar o lixo nos sítios próprios e não fazer mal aos animais.

O dia foi especial para nós logo desde o início. Hoje foram os pais quem nos levou. Não fomos para o JI. Fomos para Vale de Figueira. Hoje fomos de comboio para Lisboa. Para muitos meninos foi a 1ª vez que andaram de comboio. Éramos muitos, porque foram quase todos os meninos dos JIs do nosso agrupamento.

Nós adoramos andar de comboio.
Mas vamos mostrar um bocadinho do nosso dia especial.



No dia seguinte, no JI conversámos sobre tudo o que vimos e fizemos. Também fizemos o registo individual.

























E ajudamos a Careta a limpar o mar de lixo e a separá-lo para os ecopontos certos. Como nós temos andado a trabalhar este tema todos nos lembrávamos muito bem de como fazê-lo.


















Os meninos de 3 anos coloriram uma tartaruga para fazer um puzzle.












A assistir ao nosso trabalho esteve a Vickie, a tartaruguinha bebé do Dinis.



Em seguida vamos fazer a avaliação do que aprendemos com este trabalho, colocando lado a lado o registo do que sabíamos sobre tartarugas que fizemos no princípio e o registo do que sabemos agora.
Ainda nos falta fazer em colagem, com cascas de noz e feijão umas tartaruguinhas que a Cristina ensinou a fazer.

sábado, 12 de maio de 2012

Bichos da seda

Os  ovos das borboletas dos bichos da seda eclodiram há algum tempo e, neste momento, já temos os  casulos.
Os meninos mais novos estão a aprender como é o ciclo de uma vida. Nós, os mais velhos, estamos a ajudá-los a perceber o que acontece.
Fizemos as observações e os registos deste ciclo que em breve estará completo (ou que nunca está completo porque a vida se renova sempre) e queremos partilhar uma das coisas que fizemos - a casa dos casulos.

Há alguns dias, vimos que alguns bichos da seda já eram mesmo adultos, estavam amarelados,  tinham perdido "uma tampinha", deitado um líquido e começado a deitar um fio de seda para tecer os casulos onde se vão esconder para se transformar em borboletas.
Então percebemos que tínhamos um problema: eles estavam a fazer os casulos nos cantos da caixa e, se continuassem deixávamos de poder abrir a tampa para alimentar e limpar os outros bichos mais pequenos. Outros bichos estavam a sair da caixa e a começar a fazer o casulo "em qualquer sítio", quer dizer, no meio das folhas de desenho, no material de ciências (até o microscópio tinha um casulo começado!)
Então reunimo-nos para encontrar uma solução.
Discutimos muitas ideias e acabámos por concordar em fazer a "casa dos casulos".

Arranjámos outra caixa na área das construções e usamos réguas e esquadros para medir e fazer os traços direitos para depois cortarmos os bocados que a caixa tinha a mais. Para podermos continuar a observar as transformações precisávamos de material transparente para fazer a tampa e vermos o que se passava nesta nova casa. Pensámos usar plástico autocolante mas a Quina disse que os bichos da seda iam lá ficar colados e tivemos de pensar bem para resolver este novo problema. Finalmente descobrimos uma folha de mica que prendemos com fita-cola para tapar a caixa.  Para eles respirarem, furamos o plástico com os picos de prender os trabalhos nos placares.
Faltava arranjar uma forma de os bichos passarem de um sítio para o outro. O Tomás queria fazer uma ponte entre as 2 caixas, mas depois eles podiam ir para outro sítio e não para a casa dos casulos. Fizemos então uma porta que abrimos cada vez que há mais bichinhos prontos para fazerem casulo.

Foi um trabalho um bocadinho difícil porque tivemos de pensar muito e de conversar todos para resolver os problemas que iam aparecendo, mas foi giro.
Descobrimos que  já sabemos medir e usar a régua com mais facilidade.



terça-feira, 8 de maio de 2012

Ecoponto

Já há algum tempo tínhamos iniciado a reformulação do nosso ecoponto, que já estava velho e um bocadinho desorganizado. Para além das coisas terem uma função, também gostamos que estejam bonitas e agradáveis, por isso, e também para os meninos mais novos compreenderem mesmo bem a importância de separar os lixos, resolvemos aprofundar as atividades em volta dos 3R's.

Os 3R's, querem dizer:
Reutilizar (ex: quando se gasta o que está numa embalagem, podemos utilizá-la para outra coisa - um frasco de feijão cozido pode servir para guardar berlindes)
Reciclar (ex: uma coisa pode servir para fazer outra nova - o frasco de feijão cozido pode ser pintado e transformar-se numa bonita jarra para pôr flores ou pode ser colocado no vidrão para ir para a fábrica e fazer vidro novo)
Reduzir (se fizermos alguma das coisas que dissemos em cima,  não deitamos o frasco para o lixo, por isso vai haver menos lixo. Vamos reduzir a quantidade de lixo que fazemos)

Bem, mas voltando a falar do ecoponto:
- levámos os baldes do nosso ecoponto para despejar e fomos visitar o ecoponto que há perto da igreja.
- conversámos bastante sobre cada contentor e descobrimos que há lá 1 novo - o cor de laranja, que é o oleão e serve para pôr o óleo já usado.
 - investigamos na internet 
- descobrimos um jogo com um ecoponto e a educadora imprimiu-o para cada um de nós fazer o seu (vai-se rodando o círculo de baixo, aparece um objeto do lado esquerdo e, do lado direito, o ecoponto onde se deve colocar . Ex: saco de plástico - ecoponto amarelo)
- fizemos o jogo
- o Afonso e a Lara trouxeram baldes de tinta (vazios!) e fizemos novos contentores para separar o lixo na sala.
Precisamos de medir os baldes e de usar a régua para marcar os riscos direitinhos.
Foi preciso planear muito bem e trabalhar em grupos para conseguirmos um bom resultado. Não foi muito fácil ao princípio. Cada um tinha uma tarefa e alguns meninos estavam mesmo sem ideias! E às vezes  também temos dificuldade em estar de acordo com quem é que faz o quê, pois queremos todos fazer o mesmo.






























Agora temos:
O senhor Papelão - para pôr o papel e o cartão 
O senhor Plasticão - para as embalagens de plástico e de  lata 
O senhor Pilhão - para as pilhas que gastarmos na sala e outras que vamos trazer de casa ( na sala não gastamos muitas, porque usamos quase sempre pilhas recarregáveis)
O senhor Lixão - onde colocamos os lixos que não podem ir para os outros contentores.
Também temos o Rolhinhas, onde guardamos as rolhas para entregar no final do ano letivo.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Miminhos para as mães

Hoje já podemos falar! E até podemos contar qual foi a reacção das nossas mamãs.
Todas nos deram beijocas e disseram que gostavam muito. Algumas até já usaram as jóias que lhes oferecemos.

Pois é, fizemos jóias para a mulher mais preciosa das nossas vidas. Cada um escolheu a que achava que mais lhe agradava e depois foi só puxar pela imaginação. Com o apoio dos adultos da nossa sala, o resultado foi muito bonito. Alguns meninos conseguiram fazer tudo sozinhos. A Matilde, quando lhe perguntavam se queria ajuda, até ficava quase zangada: "É a prenda para a mamã, eu faço!"





Como podem ver, a Laura usa proteção para trabalhar!!









domingo, 6 de maio de 2012

Levantando o véu

Não, não vamos dizer quais foram as prendas que fizemos para as nossas mães, mas já podemos falar mais um bocadinho....

- quando começamos a preparar o dia da mãe, pensamos que era importante relembrar a importância da reciclagem
- como toda a gente fala na crise e na importância de não desperdiçar e de encontrar formas de aproveitar o que temos refletimos sobre isso e tentamos ter isso em conta

Bem... se não podemos falar da prenda podemos falar ( e mostrar) do embrulho.





Para fazer o papel de embrulho experimentamos uma técnica nova - utilizamos a técnica de pintura com berlindes.




 Foi divertido e ficaram uns papeis lindos. Parecem pinturas de artista. Há quadros que parecem ter sido pintados assim, mas não foram. Em breve voltamos a falar nisso porque vamos investigar sobre isso.







sexta-feira, 4 de maio de 2012

Higiene e Segurança no trabalho

Quando fizemos os aventais para nos proteger na modelagem, falámos de profissões em que é necessário usar proteções para as pessoas não se magoarem quando estão a trabalhar.
Perguntámos aos nossos pais e descobrimos que quase todos usam fatos ou outras coisas para se protegerem - pode ser proteger-se da sujidade ( roupas. aventais e luvas), dos micróbios (luvas e máscaras), de coisas que caiam ou que furem ( capacetes, botas de biqueira de aço), de sons (abafadores de som) ou de luzes (óculos), de máquinas (diversos equipamentos)...
" O meu pai  trabalha nos elevadores e usa botas com a sola grossa e muito duras à frente" (Laura)
" O meu pai usa phones e capacete, porque trabalha com máquinas." (Dinis)
" A minha mãe usa botas de borracha, avental  e uma coisa na cabeça, porque trabalha com  peixes e alguns estão gelados. Ela usa isso para não se sujar e para não se molhar." (Tomás)


Vimos e analisamos imagens sobre este assunto na internet e fizemos uma ficha de identificação para não nos esquecermos do que falámos porque é muito importante.









Desenhar com borracha

A Quina ontem disse uma coisa que nos deixou curiosos. Disse que se pode desenhar com  borracha. Como ninguém descobriu como é que era possível fazer isso, prometeu que hoje nos ensinava, se ainda não tivéssemos adivinhado como se faz.
Hoje de manhã recordamos-lhe a promessa feita. O Tomás já tinha pensado muito no assunto e tinha uma ideia de como fazer. Explicou então:  "desenhamos num papel e apagamos a desenhar o que quisermos". Ficámos um bocado confusos, mas a Quina disse que ele estava "quase lá".
Então fomos para a área da expressão plástica e a educadora apresentou-nos o material necessário:
- 1 folha de papel
 - 1 lápis de carvão

- 1 borracha (de preferência com uma ponta fina)




 Como se faz?E fácil!
1º - risca-se a folha com o lápis



2º - com a borracha vai-se apagando como se estivéssemos a desenhar


 e... já está!

















Foi bem interessante!