quarta-feira, 27 de abril de 2011

25 de Abril

LIBERDADE é:

a gente fazer o que gosta ou precisa sem fazer mal aos outros.
 (conclusão do debate sobre o que é a Liberdade)
 

sábado, 9 de abril de 2011

Em busca do Tesouro escondido... ou a visita do Coelho da Páscoa

O Coelho da Páscoa preparou-nos uma surpresa!
Enquanto nós trabalhávamos na sala, deixou um "tesouro" escondido para nós descobrirmos. Quando a Quina e a Liliana foram à rua encontraram-no e ele disse-lhes que tinha escondido um tesouro e que precisávamos de seguir pistas para o descobrir.
Organizamo-nos e lá fomos animados e bem comportados em busca do tesouro escondido.

Querem saber a nossa opinião no final do jogo?

- Foi muito fixe! - A. K.
- Foi lindo! - M. O.
- Foi muito lindo e eu vou dizer a toda a gente que foi lindo! - L.R.
- Sim, eu gostei muito. Acho que o Coelho da Páscoa foi mesmo amigo por ter partilhado connosco o tesouro! - T.A.
- Diverti-me muito com os amigos à procura das pistas. - L.O.
- Gostei  e acho que é fixe fazer mais vezes. - I.
- Pois, já temos as setas para dizer para onde vamos.- A.C.
- Tu podes fazer, não podes, professora?  -A.M.

No final do almoço comemos o nosso tesouro e partilhamos com os amigos da escola que comem no refeitório connosco.

domingo, 3 de abril de 2011

Chegaram os Bichos da seda

A L. trouxe bichos da seda, São pequeninos e alguns ainda estão dentro dos ovos, em volta dos casulos. Nós nunca tínhamos visto bichos da seda e adoramos o acontecimento. Ficamos tão entusiasmados que não conseguíamos estar calados. Falávamos todos ao mesmo tempo e espreitávamos para dentro da caixa, cheios de curiosidade.
Já sabemos que comem folhas de amoreira e que se faz seda com o fiozinho que sai da boca deles. Vamos observar o desenvolvimento deles e pesquisar para ficarmos a saber mais sobre eles. Parecem cobras minúsculas e são muito engraçados a andar. Fazem cócegas na nossa pele quando deslizam sobre ela.

Alguns bichos estão agora a nascer e são difíceis de observar. A Quina foi buscar lupas e o microscópio para podermos observá-los melhor. Adoramos usar estes materiais! Agora estão na área da ciência para usarmos.
Passamos a manhã a ver tudo ampliado: os olhos dos amigos, os dedos, as peças dos jogos, folhas de plantas...

Já combinamos fazer experiências e observar outras coisas. Vai ser fixe!


Se alguém quiser bichos da seda podemos dar alguns, podemos partilhar porque é muito giro ter estes bichinhos e se calhar há outros meninos que querem e nós queremos ser  generosos e partilhar.

sábado, 2 de abril de 2011

Projecto GreenCork - Actividades










Hoje, dia 1 de Abril, fomos para o pátio tirar as ervas e o lixo do jardim. Também é uma forma de proteger a natureza e de contribuirmos para um mundo mais bonito e melhor. Faz parte da nossa participação no projecto Green Cork - escolas II, cuidar do nosso espaço exterior do nosso JI, assim como plantar uma árvore (o que fizemos no dia da Árvore).

Arrancamos muitas ervas. Enchemos alguns carros de mão e baldes de ervas.

Encontramos uma joaninha no meio das plantas. A Quina explicou que elas se alimentam de pulgões que há nas plantas. As joaninhas ajudam as plantas a terem menos bicharocos a comê-las.

As joaninhas fazem cócegas com as patinhas pequeninas quando passeiam nas nossas mãos.









Agora estamos a fazer um apoio para as plantas que fazem a vedação da areia poderem desenvolver-se bem. O senhor Zé Manel (que trabalha na Junta de Freguesia) apanhou as canas e está a ajudar-nos a construir o suporte para as plantas. Nós não sabíamos bem como fazer mas ele tem ideias muito boas e dá-nos apoio.

Generosidade e Responsabilidade

Partimos do livro "A Árvore Generosa" para descobrir o que é a generosidade.
A generosidade é ser capaz de:
- dar aos outros uma coisa que é nossa
- deixar que outra pessoa  fique à nossa frente, se ela precisar
- partilhar o lanche com os outros
- não querer tudo para nós
- emprestar coisas que são nossas

As árvores são mesmo muito generosas. Dão-nos tudo o que têm... os nossos pais ajudaram-nos a descobrir o que nos dão as árvores.
Por isso nós somos responsáveis por as proteger e tratar bem. Por causa disto tudo que temos escrito é que participamos no Projecto Green Cork*, porque sabemos que as árvores são grandes amigas e muito preciosas e que temos de ser responsáveis pela saúde delas.

O que podemos fazer?

- Regá-las quando têm sede;
- Plantar mais árvores para o nosso planeta ficar mais bonito e protegido ;
- Cortar os ramos secos para elas serem saudáveis;
- Não fazer fogueiras nas florestas;
- Não deitar lixo no chão quando fazemos pic-nics
- Avisar os adultos para não deitarem cigarros acesos para o chão;
- Não partir ramos das árvores;


 Aprendemos quais as partes que formam uma árvore e as funções que têm. Um menino informou que as árvores têm lá dentro um líquido que leva o alimento da árvore desde a raiz até às folhas.É giro. É parecido com o que se passa com o sangue das pessoas, só que chama-se seiva.

 Decorámos outro placar com os nossos as nossas árvores e a árvore generosa que fizémos em conjunto e onde estão as folhas que os nossos pais e irmãos escreveram.

 * Projecto Green Cork ( tem como objectivo recolher rolhas de cortiça para entregar nos hipermercados Continente e depois por cada x de quilos de rolhas recolhidas a Quercus planta uma árvore) Projecto GreenCork escolaII



segunda-feira, 28 de março de 2011

Placar da Primavera

Gostam do nosso placar da Primavera?

Foi feito quase só com material reutilizado: restos de cartolina, embalagens diversas, pedacinhos de papel, rolhas de cortiça, bolas da máquina de rifas, lãs, botões...
















Gostámos de o fazer porque
demos ideias, ajudamo-nos
uns aos outros, trabalhamos em grupo,
fizemos coisas novas e foi divertido.
Aprendemos o que é a linha do horizonte. O nosso JI fica num sítio de onde se vê uma paisagem bonita, de muitos quilómetros em redor. Então,  fomos  à rua observar e vimos que lá ao fundo parece que o céu e a Terra estão encostados e tudo parece mais pequeno, por estar longe. Onde parece que eles se tocam é a linha do horizonte.
Voltámos para a sala e marcámos a linha do horizonte no nosso trabalho.



Nós achamos que a nossa sala ficou mais bonita depois de termos feito esta actividade.

sexta-feira, 25 de março de 2011

O Livro Negro das Cores

A professora Adélia veio outra vez ler-nos um livro.
Este livro fala da forma como o Tomás, que é um menino invisual (aprendemos que invisual significa "Que não vê"), conhece as cores. A história é muito bonita. Chama-se "O Livro Negro das Cores"
Vimos o livro em data show, enquanto a professora Adélia ia lendo.
Estavam cá os amigos da EB e os do JI do Verdelho.

Aprendemos que existe um alfabeto para as pessoas invisuais poderem ler. Foi inventado por um senhor chamado Braille e por isso chama-se "Alfabeto Braille". Em vez de usar letras como as nossas tem sinais em relevo, todos os pontinhos no ar.(alfabeto Braille)

No fim fizemos um jogo engraçado. Havia um saco com coisas e um menino de cada vez, de olhos tapados, tirava um objecto lá de dentro e sentia-o: apalpava-o, cheirava-o... para tentar descobrir o que era. Quanto à cor, os amigos iam dando pistas até o menino descobrir.


Antes de se ir embora, a professora Adélia deixou-nos um desafio: fazermos o jogo mais tarde e registarmos em livro a experiência. Mas o livro tinha de ser feito com folhas pretas e escrito e desenhado a branco.
Gostámos tanto deste livro que, quando mandarmos o nosso para a professora Adélia, vamos escrever-lhe um carta para lhe agradecer.

Foi um dia muito divertido e aprendemos a compreender melhor como é ser invisual.
Andámos pela sala de olhos tapados e tínhamos de seguir as instruções dos nossos amigos para não batermos nos móveis, nem nas outras coisas que temos na sala.

Descobrimos que ser invisual torna as coisas mais difíceis e que é preciso viver com muito cuidado. Se encontrarmos alguém assim vamos ajudá-lo. Pode ser a atravessar a estrada, a não bater nas coisas, pode ser a não pôr os pés numa poça com água, ou falar-lhe do mundo à nossa volta.
Também aprendemos que os invisuais desenvolvem mais os outros sentidos para conseguirem perceber melhor o que se passa ou como são as coisas.





Fomos à internet ver como é o Alfabeto Braille e os meninos mais velhos escreveram o seu nome  dessa forma.