Este livro fala da forma como o Tomás, que é um menino invisual (aprendemos que invisual significa "Que não vê"), conhece as cores. A história é muito bonita. Chama-se "O Livro Negro das Cores"
Vimos o livro em data show, enquanto a professora Adélia ia lendo.
Estavam cá os amigos da EB e os do JI do Verdelho.
Aprendemos que existe um alfabeto para as pessoas invisuais poderem ler. Foi inventado por um senhor chamado Braille e por isso chama-se "Alfabeto Braille". Em vez de usar letras como as nossas tem sinais em relevo, todos os pontinhos no ar.(alfabeto Braille)
No fim fizemos um jogo engraçado. Havia um saco com coisas e um menino de cada vez, de olhos tapados, tirava um objecto lá de dentro e sentia-o: apalpava-o, cheirava-o... para tentar descobrir o que era. Quanto à cor, os amigos iam dando pistas até o menino descobrir.

Antes de se ir embora, a professora Adélia deixou-nos um desafio: fazermos o jogo mais tarde e registarmos em livro a experiência. Mas o livro tinha de ser feito com folhas pretas e escrito e desenhado a branco.
Gostámos tanto deste livro que, quando mandarmos o nosso para a professora Adélia, vamos escrever-lhe um carta para lhe agradecer.
Foi um dia muito divertido e aprendemos a compreender melhor como é ser invisual.Andámos pela sala de olhos tapados e tínhamos de seguir as instruções dos nossos amigos para não batermos nos móveis, nem nas outras coisas que temos na sala.
Descobrimos que ser invisual torna as coisas mais difíceis e que é preciso viver com muito cuidado. Se encontrarmos alguém assim vamos ajudá-lo. Pode ser a atravessar a estrada, a não bater nas coisas, pode ser a não pôr os pés numa poça com água, ou falar-lhe do mundo à nossa volta.
Também aprendemos que os invisuais desenvolvem mais os outros sentidos para conseguirem perceber melhor o que se passa ou como são as coisas.

Fomos à internet ver como é o Alfabeto Braille e os meninos mais velhos escreveram o seu nome dessa forma.












































