Fomos convidados a participar numa atividade do Centro de Dia da Póvoa de Santarém. Vão criar uma horta pedagógica e, convidaram os alunos das escolas e jardins de infância da Póvoa e de Achete para participarem no lançamento oficial do projeto, que teve lugar no dia 1 de Março.
Neste centro de dia estão algumas pessoas que nós conhecemos (trabalham lá a mãe de um amigo nosso e a tia da Ana Filipa, está lá o avô do Afonso, a mãe da Dália - que é quem nos serve os almoços- e outras pessoas que também conhecemos. Ficámos logo contentes em participar e reunimos para discutir o que queríamos fazer para oferecer aos senhores e senhoras que lá estão. Decidimos que fosse uma tela pintada por nós. Mas não era só pintada... também teve coisas coladas.
Quando fomos trabalhar na tela a Marta começou por fazer o rascunho de uma árvore para nós vermos se estava bem. Como concordamos desenhou-a na tela. Os meninos mais novos rasgaram jornal e preencheram o tronco e os ramos. Com os dedos sujos de tinta fizemos as folhas, as flores e os pássaros. Só faltava o chão para segurar a árvore e flores ao pá dela. Fizemos uma moldura verdinha e ficou pronta.
No dia 1 de março fomos todos contentes na carrinha até ao Centro de Dia que é na Póvoa de Santarém (a povoação mesmo ao lado do Verdelho).
Lá pintamos uma tela sobre a horta pedagógica que vai nascer, tivemos direito a um lanche delicioso e ajudámos a plantar uma árvore - uma ameixeira florida. Antes de regressar oferecemos a nossa tela (que tinhamos feito no JI) e ofereceram a cada menino um marca livros feitos pelos senhores que estão no Centro de Dia.
E agora vamos mostrar o nosso trabalho:
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segunda-feira, 4 de março de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
O Pilhão vai à escola (II)
Aprendemos que as pilhas têm lá dentro materiais muito perigosos.
As pilhas servem para dar energia e fazer trabalhar as coisas. Põem as coisas a trabalhar, a rodar, a andar... a ligar.
Por fora são duras e fortes para não deixarem sair os tóxicos (materiais perigosos e que provocam doenças), que têm lá dentro.
As pilhas podem ser redondas, quadradas, retângulares. grandes, pequenas, muito pequenas, minúsculas.
Usamos pilhas em brinquedos,telefones e telemóveis, máquinas fotográficas, de filmar, em ferramentas...
Recordamos que no fim de gastas, as pilhas devem ser postas no pilhão.
PORQUE NÃO DEVEMOS PÔ-LAS NO LIXO?
Porque depois vão para as lixeiras e a chuva e os líquidos e
outras coisas estragam a parte de fora da pilha e saem os tóxicos que estão lá
dentro e envenenam a terra e a água.
Quando chove, a água leva os produtos para dentro da terra
onde há “armazéns” de água e quando a água sai cá para fora (fontes, rios…)
está envenenada e provoca doenças muito perigosas.
Também fica na terra e se os animais (vacas, cabras…) comerem
erva que tenha esses tóxicos e se nós comermos os animais ficamos doentes.
Se as pilhas forem queimadas deixam sair os venenos que vão
para o ar que nós respiramos.
As pilhas demoraram mais de cem anos a desaparecer
(desfazer-se ) e ficam sempre a fazer poluição.
O QUE ACONTECE ÀS PILHAS QUE POMOS NO PILHÃO?
Os senhores da ECOPILHAS vêm buscar os pilhões e levam-nas
para um sítio onde são separadas de acordo com o material que têm dentro.
Vão depois para outro sítio onde tiram os materiais
perigosos. Os outros materiais – da parte de fora – são reutilizados para fazer
coisas novas.
SÓ PODEMOS USAR PILHAS PARA AS COISAS TRABALHAREM?
Não. Podemos utilizar também baterias que duram mais tempo ou
então pilhas, mas recarregáveis.


Fizemos um texto para o portfólio, um cartaz para pôr no placar da sala - as meninas de 5 anos copiaram o texto do cartaz e, em conjunto com os meninos de 4 anos, fizeram os desenhos.
![]() |
| cartaz do circuito das pilhas da fábrica até à reciclagem |
e os mais pequenos fizeram uma pintura coletiva.
AVISO AOS ADULTOS:
"Ao comprar um brinquedo ou jogo a pilhas ou bateria, as pessoas devem confirmar que o seu compartimento está bem vedado e que é difícil a abertura pelas crianças. Ingestão de pilhas pode causar intoxicação e no caso das pilhas mais pequenas perfuração química do aparelho digestivo ou bloqueio do tubo digestivo, ou aparelho respiratório se a pilha for aspirada.
Contacte imediatamente um médico ou recorra ao hospital caso uma criança engula ou inale uma pilha."
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Projeto "O Pilhão vai à escola"
(Um dos objetivos do trabalho em JI é sem dúvida, preparar as crianças para saberem viver de forma integrada e ativa na sociedade, por isso, direcciono o trabalho de forma a sentirem que em todos os momentos e locais em que estejamos somos membros de uma sociedade e temos direitos e deveres a cumprir. Um dever que sinto como educadora é o de contribuir para a formação de cidadãos conscientes e interventivos. Como tal, ponho à consideração do grupo a participação em projetos em que sintam que podem fazer alguma diferença. É o caso deste projeto em que facilmente as crianças podem contribuir, promove a formação de consciência social e ecológica não só nas crianças, mas que arrasta as famílias e pode mudar comportamentos com vista a um futuro melhor.)
Iniciamos pois a colaboração no projeto "O Pilhão vai à escola", que consiste em recolher o máximo de pilhas e baterias para entregar ao Ecopilhas, que as virá recolher, diminuindo a quantidade de pilhas que são diariamente atiradas para o ambiente e, consequentemente um tipo de poluição altamente perigoso. Por isso pedimos a colaboração de TODOS em nosso redor. Para além da satisfação de estarmos a agir positivamente, os meninos receberão material para trabalharem no JI.
Montamos o suporte para o Pilhão M.

A Débora e a Marta rapidamente compreenderam a lógica de montagem.

E já começamos a encher o primeiro pilhão M.
(cada pilhão destes leva 10 a 12 quilos de pilhas e vale 10 pontos)
Ficamos à espera da vossa colaboração!!
Iniciamos pois a colaboração no projeto "O Pilhão vai à escola", que consiste em recolher o máximo de pilhas e baterias para entregar ao Ecopilhas, que as virá recolher, diminuindo a quantidade de pilhas que são diariamente atiradas para o ambiente e, consequentemente um tipo de poluição altamente perigoso. Por isso pedimos a colaboração de TODOS em nosso redor. Para além da satisfação de estarmos a agir positivamente, os meninos receberão material para trabalharem no JI.Montamos o suporte para o Pilhão M.

A Débora e a Marta rapidamente compreenderam a lógica de montagem.

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| suporte para colocar os pilhões M enquanto os enchemos |
E já começamos a encher o primeiro pilhão M.
(cada pilhão destes leva 10 a 12 quilos de pilhas e vale 10 pontos)
Ficamos à espera da vossa colaboração!!
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Visitas da ESES
Ontem vieram ao JI umas meninas muito simpáticas que estão a estudar na Escola Superior de Educação de Santarém (ESES) para serem animadoras a nível cultural. São a Joana, a Margarida e a Inês e com elas veio uma professora muito animada que nos ensinou uma rima com gestos. Chama-se Ana da Silva. Foi engraçado porque tirou muitas fotografias à nossa sala e aos nossos trabalhos. Nós pensamos que ela gostou dos nossos trabalhos.
Trabalhámos divididos em 3 grupos. Cada grupo escreveu uma conversa, construiu os personagens ( fantoches feitos com materiais de desperdício), ensaiou um bocadinho e depois apresentou aos outros meninos a dramatização que tinha preparado.
Foi bué interessante e divertido! O tema que tínhamos para o trabalho era: a água. Nos nossos textos falámos de animais que vivem na água, de poluição da água e de como devemos comportar-nos para não a poluir.
(Só não temos fotografias porque a Quina tinha levado a máquina para trabalhar umas imagens para pôr no blog e deixou-a em casa! Não somos só nós, os mais pequenos, que nos esquecemos.. Mas vamos fotografar os fantoches e depois mostramos.)
Trabalhámos divididos em 3 grupos. Cada grupo escreveu uma conversa, construiu os personagens ( fantoches feitos com materiais de desperdício), ensaiou um bocadinho e depois apresentou aos outros meninos a dramatização que tinha preparado.
Foi bué interessante e divertido! O tema que tínhamos para o trabalho era: a água. Nos nossos textos falámos de animais que vivem na água, de poluição da água e de como devemos comportar-nos para não a poluir.
(Só não temos fotografias porque a Quina tinha levado a máquina para trabalhar umas imagens para pôr no blog e deixou-a em casa! Não somos só nós, os mais pequenos, que nos esquecemos.. Mas vamos fotografar os fantoches e depois mostramos.)
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Área da escrita e da leitura
Este ano a área da escrita e da leitura têm sido muitas vezes escolhidas.
As meninas de 5 anos andam muito interessadas em aprender a ler e a escrever, mas também alguns amigos mais novos escolhem muitas vezes esta área para as suas atividades.
Há algum tempo, a Marta e a Débora (5 A) foram para a biblioteca e fizeram uma "casa" com cadeiras e levaram livros para lá. Quando a Quina "as descobriu" tinham tirado as fichas de identificação de cada livro e tinham-nas misturado todas. Adivinham o que estavam a fazer?
Estavam a ler os títulos das fichas e a tentar fazer a identificação dos livros a que pertenciam, através da comparação das letras e palavras das capas dos livros. No fim de explicar o que estavam a fazer, uma delas perguntou à educadora, com alguma ansiedade: "Pode aprender-se a ler assim, não pode? Eu quero mesmo aprender a ler!"
(Muitas vezes, as crianças vão buscar material para escrever e andam pela sala a escrever as palavras que encontram nas diferentes áreas, em caixas de jogos, em revistas, em livros... por isso é muito importante que as palavras escritas estejam "por toda a parte", dando oportunidade a um contacto informal com a escrita, o qual contribui para a identificação das letras, compreensão da composição das palavras e, posteriormente dos processos de escrita e leitura.)
Esta semana recordamos as regras de utilização da biblioteca, relembramos forma de organização dos livros segundo temas - cada um identificado por uma cor (dicionários - verde; livros de histórias - azul; livros de imagens - amarelo, livros informativos - castanho; livros de poesia, adivinhas e lengalengas - vermelho ; revistas - cor de rosa; banda desenhada - roxo; colecções de imagens - creme) e reintroduzimos as fichas para preencher quando se escolhe um livro.
Ainda esta semana, voltamos a levar livros para ler com a família, integrado no projeto "Ler em vai e vem", do Plano Nacional de Leitura.
Como já é habitual, cada criança tem um saco para transportar os livros e um livro de registo de leituras para ser preenchido pela família, mas este ano, acrescentamos um livro que vai sendo construído ao longo do ano com trabalhos propostos pela educadora e feitos em casa com apoio da família.

A capa foi ilustrada livremente, mas todos os meninos quiseram usar a "casa das letras" para colar letras e números.
Para estimular a responsabilidade pelo livro que levam para casa, todas as crianças levaram um compromisso para assinar com a família.
Introduzimos também os quadros de registo de quem leva livros e de quem lê com a criança.

As meninas de 5 anos andam muito interessadas em aprender a ler e a escrever, mas também alguns amigos mais novos escolhem muitas vezes esta área para as suas atividades.
Há algum tempo, a Marta e a Débora (5 A) foram para a biblioteca e fizeram uma "casa" com cadeiras e levaram livros para lá. Quando a Quina "as descobriu" tinham tirado as fichas de identificação de cada livro e tinham-nas misturado todas. Adivinham o que estavam a fazer?
Estavam a ler os títulos das fichas e a tentar fazer a identificação dos livros a que pertenciam, através da comparação das letras e palavras das capas dos livros. No fim de explicar o que estavam a fazer, uma delas perguntou à educadora, com alguma ansiedade: "Pode aprender-se a ler assim, não pode? Eu quero mesmo aprender a ler!"
(Muitas vezes, as crianças vão buscar material para escrever e andam pela sala a escrever as palavras que encontram nas diferentes áreas, em caixas de jogos, em revistas, em livros... por isso é muito importante que as palavras escritas estejam "por toda a parte", dando oportunidade a um contacto informal com a escrita, o qual contribui para a identificação das letras, compreensão da composição das palavras e, posteriormente dos processos de escrita e leitura.)
Esta semana recordamos as regras de utilização da biblioteca, relembramos forma de organização dos livros segundo temas - cada um identificado por uma cor (dicionários - verde; livros de histórias - azul; livros de imagens - amarelo, livros informativos - castanho; livros de poesia, adivinhas e lengalengas - vermelho ; revistas - cor de rosa; banda desenhada - roxo; colecções de imagens - creme) e reintroduzimos as fichas para preencher quando se escolhe um livro.
Ainda esta semana, voltamos a levar livros para ler com a família, integrado no projeto "Ler em vai e vem", do Plano Nacional de Leitura.![]() |
| casa das letras |

A capa foi ilustrada livremente, mas todos os meninos quiseram usar a "casa das letras" para colar letras e números.Para estimular a responsabilidade pelo livro que levam para casa, todas as crianças levaram um compromisso para assinar com a família.
Introduzimos também os quadros de registo de quem leva livros e de quem lê com a criança.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Mapa de Atividades
Temos estado a construir o mapa das atividades, quer dizer, o mapa em que marcamos quais as áreas para onde queremos ir trabalhar ou brincar.
Este mapa é importante?
Sim, porque:
- quando olhamos para ele sabemos logo as áreas que há na sala
- marcando as áreas para onde queremos ir, podemos ver quais são as que preferimos, quais aquelas para onde vamos pouco, se estamos a ir para todas as áreas (porque todas são importantes para nós aprendermos e crescermos) e podemos refletir sobre o que fazemos
- podemos organizar melhor as atividades do nosso dia
- ajuda-nos a identificar o nosso nome
- ajuda-nos a memorizar os dias da semana
- ajuda-nos a ser autónomos
O quadro é igual ao do ano anterior, só que desta vez decidimos identificar as áreas com objetos existentes em cada uma delas. Ficou um mapa super, super giro!
Como temos 12 áreas e nós também somos 12 meninos, cada um pode escolher o objeto para uma área, no fim, a educadora pôs cola quente em cada um deles e os meninos colaram-nos no quadrado certo.

Quando queremos ir para uma área vamos colocar o nosso nome no dia e na área corretos, como a Margarida está a fazer - ela queria ir para os jogos de mesa.
Este mapa é importante?
Sim, porque:
- quando olhamos para ele sabemos logo as áreas que há na sala
- marcando as áreas para onde queremos ir, podemos ver quais são as que preferimos, quais aquelas para onde vamos pouco, se estamos a ir para todas as áreas (porque todas são importantes para nós aprendermos e crescermos) e podemos refletir sobre o que fazemos
- podemos organizar melhor as atividades do nosso dia
- ajuda-nos a identificar o nosso nome
- ajuda-nos a memorizar os dias da semana
- ajuda-nos a ser autónomos
O quadro é igual ao do ano anterior, só que desta vez decidimos identificar as áreas com objetos existentes em cada uma delas. Ficou um mapa super, super giro!
Como temos 12 áreas e nós também somos 12 meninos, cada um pode escolher o objeto para uma área, no fim, a educadora pôs cola quente em cada um deles e os meninos colaram-nos no quadrado certo.

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| O Francisco, que adora estar na garagem, escolheu um carro |
Quando queremos ir para uma área vamos colocar o nosso nome no dia e na área corretos, como a Margarida está a fazer - ela queria ir para os jogos de mesa.
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Quina
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quarta-feira, novembro 21, 2012
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trabalho colaborativo
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Para refletir...
Hoje, no deambular pelos blogs de jardins de infância, onde procuro bases e ideias para aprofundar conhecimentos e refletir sobre educação, encontrei um texto que, pela sua riqueza e oportunidade na sociedade atual, quero partilhar com os que seguem este blog ou que o visitam ocasionalmente e sobre o qual penso que todos ganhamos em refletir.
Ei-lo então:
10 REGRAS PARA CRIAR FILHOS.... DELINQUENTES
1ª Comecem cedo a dar ao vosso filho tudo o que ele quer. Assim ele convencer-se-á, quando crescer, de que o mundo tem obrigação de satisfazer todos os seus caprichos.
2ª Se, enquanto pequeno, o vosso filho utilizar expressões grosseiras, achem-lhe graça. Isso fará com que ele se convença de que é espirituoso e levá-lo-á a refinar a sua linguagem…
3ª Não lhe dêem educação nem princípios morais. Esperem pela sua maioridade para que, feitos os 18 anos, seja ele a fazer pessoalmente a sua escolha.
4ª Evitem recriminá-lo, para que ele não crie um complexo de culpa. Estes complexos, como toda a gente sabe, não deixam que as crianças desenvolvam a sua personalidade.
5ª Façam sempre tudo aquilo que devia ser o vosso filho a fazer. Arrumem as suas coisas e apanhem o que ele deitar para o chão. Desta maneira se habituará a empurrar para os outros as suas responsabilidades.
6ª Deixem que o vosso filho leia e veja tudo o que lhe vá parar às mãos. Tenham o maior cuidado em esterilizar os talheres, os pratos e os copos, mas deixem que o seu espírito se alimente de imundices.
7ª Discutam e zanguem-se em frente dele. Isso é muito útil para que ele se convença de que a família é uma instituição nociva e de que não deve qualquer respeito aos seus pais.
8ª Dêem-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Evitem que ele o ganhe com o seu trabalho ou através do seu comportamento. Continuem a pensar que tem tempo e que tem que ser feliz enquanto é jovem.
9ª Satisfaçam todas as suas exigências ou caprichos, no que se refere a alimentação, vestuário e conforto, a fim de que o vosso filho não possa nunca sentir-se frustrado. As frustrações, como se sabe, não permitem que a personalidade se revele e torna as pessoas mais infelizes.
10ª Defendam sempre o vosso filho! Dos seus amigos, dos vizinhos, dos professores e até -principalmente - da polícia. É tudo gente desprezível que apenas pretende embirrar com ele...
(Adaptação de um panfleto da Polícia de Houston, Texas, distribuído há alguns anos a todos os habitantes da cidade)
(recolhido no blog: Pequenos Passos)
Aproximando-se o aniversário do dia da proclamação dos Direitos da Criança (dia 20 de Novembro), é bom lembrar que todas as crianças têm direito à educação, o que pressupõe a uma educação que lhes permita crescer integradas na sociedade e serem elementos construtivos na mesma, pois só assim poderão ser felizes (como todos desejamos).
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Quina
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terça-feira, novembro 06, 2012
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
Higiene e Segurança no trabalho
Quando fizemos os aventais para nos proteger na modelagem, falámos de profissões em que é necessário usar proteções para as pessoas não se magoarem quando estão a trabalhar.
Perguntámos aos nossos pais e descobrimos que quase todos usam fatos ou outras coisas para se protegerem - pode ser proteger-se da sujidade ( roupas. aventais e luvas), dos micróbios (luvas e máscaras), de coisas que caiam ou que furem ( capacetes, botas de biqueira de aço), de sons (abafadores de som) ou de luzes (óculos), de máquinas (diversos equipamentos)...
" O meu pai trabalha nos elevadores e usa botas com a sola grossa e muito duras à frente" (Laura)
" O meu pai usa phones e capacete, porque trabalha com máquinas." (Dinis)
" A minha mãe usa botas de borracha, avental e uma coisa na cabeça, porque trabalha com peixes e alguns estão gelados. Ela usa isso para não se sujar e para não se molhar." (Tomás)
Vimos e analisamos imagens sobre este assunto na internet e fizemos uma ficha de identificação para não nos esquecermos do que falámos porque é muito importante.
Perguntámos aos nossos pais e descobrimos que quase todos usam fatos ou outras coisas para se protegerem - pode ser proteger-se da sujidade ( roupas. aventais e luvas), dos micróbios (luvas e máscaras), de coisas que caiam ou que furem ( capacetes, botas de biqueira de aço), de sons (abafadores de som) ou de luzes (óculos), de máquinas (diversos equipamentos)...
" O meu pai trabalha nos elevadores e usa botas com a sola grossa e muito duras à frente" (Laura)
" O meu pai usa phones e capacete, porque trabalha com máquinas." (Dinis)
" A minha mãe usa botas de borracha, avental e uma coisa na cabeça, porque trabalha com peixes e alguns estão gelados. Ela usa isso para não se sujar e para não se molhar." (Tomás)
Vimos e analisamos imagens sobre este assunto na internet e fizemos uma ficha de identificação para não nos esquecermos do que falámos porque é muito importante.
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Quina
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sexta-feira, maio 04, 2012
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sábado, 28 de abril de 2012
Diálogo sobre Liberdade
Relembrámos porque é que o dia 25 de Abril é feriado e conversámos sobre o que cada um de nós pensa que significa "ser livre".- Ser livre é andar para aí sem...olhem, vamos embora da escola durante algum tempo e vamos brincar com outros meninos... (Tomás 6 A)
- ...é as pessoas fazerem o que quiserem (Laura 5A)
-Pois, é fazermos tudo o que quisermos! (Tomás 6 A)
- ... mas com cuidado para não magoar os amigos! (Laura 5A)
- Mas é necessário haver regras. (Liliana A.O.)
- Sim, regras são regras, brincar é brincar. (Tomás 6 A)
- Ser livre é para brincar, saltar, correr... mas só se os pais e as outras pessoas crescidas disserem que podemos, senão não fazemos. (Laura 5A)
- Pois, os pais sabem se é perigoso. (Ana Filipa 4A)
- ... porque os pais e as mães não querem que os meninos se magoem. (Laura 5A)
- Os meus pais mandam-me arrumar a loiça e eu arrumo... é preciso respeitar os pais, os professores, os avós... (Débora 4A)
- ... respeitar os nossos amigos. (Ana Filipa 4A)
- Ser livre também pode ser fazer tudo como devemos ... e estar contentes. (Diogo 5A)
- Eu acho que também é poder fazer o que precisamos, assim... trabalhar, ter a casa, os pais... (Laura 5A
- Então vamos ver se conseguimos fazer um resumo das ideias mais importantes que foram ditas? (Educ)
Ser livre é - ser responsável (cumprir as regras, fazer bem as nossas tarefas e não nos esquecermos que os outros também querem ser livres)
- fazer o que queremos e poder fazer o que precisamos
- respeitar os outros e respeitar as coisas (sem magoar os outros ou estragar as coisas)
![]() |
| Fizemos um cravo cada um, para levar para casa e falar com a nossa família sobre a liberdade |
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domingo, 15 de abril de 2012
Projeto: "Papel por comida"
O nosso JI já enviou cerca de 100kg de papel para este projeto.
Os meninos, os funcionários e as famílias, todos têm colaborado trazendo papel.
Se por cada 1000 kg de papel, o Banco Alimentar contra a Fome recebe 100 euros de comida para distribuir por quem precisa, nós já contribuímos com 10 euros.
Convidamos todos a entregar papel no nosso JI, juntando-se a nós para colaborar com esta boa causa.
Se quiserem saber mais, cliquem sobre esta frase: Alimente esta ideia
e vejam como podem colaborar para diminuir o número de famílias com carências alimentares em Portugal ... em troca de algo que nós já não precisamos.
Os meninos, os funcionários e as famílias, todos têm colaborado trazendo papel.
Se por cada 1000 kg de papel, o Banco Alimentar contra a Fome recebe 100 euros de comida para distribuir por quem precisa, nós já contribuímos com 10 euros.
Convidamos todos a entregar papel no nosso JI, juntando-se a nós para colaborar com esta boa causa.
Se quiserem saber mais, cliquem sobre esta frase: Alimente esta ideia
e vejam como podem colaborar para diminuir o número de famílias com carências alimentares em Portugal ... em troca de algo que nós já não precisamos.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
A primavera e a A Árvore da Vida
Hoje voltamos a trabalhar na nossa árvore da primavera.
Os meninos de 3 e 4 anos fizeram borboletas para pendurar nos ramos da árvore. Usaram rolhas de cortiça e papéis de rebuçados. Ficaram muito engraçadas!
À tarde, vimos uma recolha que a Quina fez na internet sobre um pintor que pintou quadros muito coloridos e lindos sobre a natureza, Gustav Klimt. Nós ficámos maravilhados!
Enquanto os meninos mais novos trabalhavam na árvore da primavera, nós os mais velhos, desenhámos uma árvore inspirados no quadro "árvore da vida" de Klimt.
Primeiro observamos o quadro e vimos quais as cores que ele utilizou, que forma têm os ramos ("São como o cabelo do Diogo, todos aos caracóis.")... depois, desenhámos com lápis de cera, carregando bem para ficar bem marcado.
No fim, pintámos com uma aguada feita com cargas de canetas de feltro.Foi giro porque os lápis de cera têm gordurinha e a tinta não pinta onde tem gordura. Só ficou pintado onde não pusemos lápis de cera.






Achamos que trabalhamos bem porque as nossas árvores estão parecidas com as de Klimt.
Os meninos de 3 e 4 anos fizeram borboletas para pendurar nos ramos da árvore. Usaram rolhas de cortiça e papéis de rebuçados. Ficaram muito engraçadas!
À tarde, vimos uma recolha que a Quina fez na internet sobre um pintor que pintou quadros muito coloridos e lindos sobre a natureza, Gustav Klimt. Nós ficámos maravilhados!Enquanto os meninos mais novos trabalhavam na árvore da primavera, nós os mais velhos, desenhámos uma árvore inspirados no quadro "árvore da vida" de Klimt.
Primeiro observamos o quadro e vimos quais as cores que ele utilizou, que forma têm os ramos ("São como o cabelo do Diogo, todos aos caracóis.")... depois, desenhámos com lápis de cera, carregando bem para ficar bem marcado.No fim, pintámos com uma aguada feita com cargas de canetas de feltro.Foi giro porque os lápis de cera têm gordurinha e a tinta não pinta onde tem gordura. Só ficou pintado onde não pusemos lápis de cera.






Achamos que trabalhamos bem porque as nossas árvores estão parecidas com as de Klimt.
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domingo, 18 de março de 2012
Dia do Pai
Ao longo da semana vimos e ouvimos diversas histórias sobre o pai ("O meu pai é um super herói" ; "P de Pai", " O P mais importante"), conversámos imenso sobre os nossos pais, desenhámo-los e pintámos com aguarelas, preparámos surpresas. Começamos por mostrar o trabalho que fizemos a partir do livro "P de Pai"...
Aqui estamos nós a pintar a aguarelas os nossos queridos pais:


Quando fizemos a avaliação da semana, muitos meninos escolheram esta como a atividade que mais tinham gostado de fazer.
Deram à nossa educadora muitas fitas brancas para pôr ao pescoço com identificação ou com chaves e ela propôs-nos colori-las com canetas próprias para tecido, para oferecermos aos pais. Gostamos da ideia e aceitámos a proposta.
No final, tiramos fotografias e fizemos um cartão para colocar na ponta da fita ...



Só faltava embrulhar.... então fizemos os saquinhos para meter lá dentro a prenda.
Aqui estamos nós a pintar a aguarelas os nossos queridos pais:


Quando fizemos a avaliação da semana, muitos meninos escolheram esta como a atividade que mais tinham gostado de fazer.
Deram à nossa educadora muitas fitas brancas para pôr ao pescoço com identificação ou com chaves e ela propôs-nos colori-las com canetas próprias para tecido, para oferecermos aos pais. Gostamos da ideia e aceitámos a proposta.No final, tiramos fotografias e fizemos um cartão para colocar na ponta da fita ...



Só faltava embrulhar.... então fizemos os saquinhos para meter lá dentro a prenda.
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